Roteiros da Natureza

 

Parques


Caminho do Itupava

Trilha histórica em meio a floresta fechada, rios e vales, que por mais de 250 anos foi a principal ligação entre o planalto de Curitiba e o litoral do Paraná. Muitas pedras coloniais colocadas por escravos para pavimentar o caminho ainda estão por lá.

Somente em 1873, com a abertura da estrada da Graciosa, e 12 anos após a estrada de Ferro Paranaguá-Curitiba, o caminho caiu em desuso. Originalmente eram 55 quilômetros, partindo do Largo Bittencourt onde hoje se localiza o Círculo Militar do Paraná em Curitiba, passando por Borda do Campo, em Quatro Barras, e atravessando a íngreme Serra do Mar até chegar a Porto de Cima, em Morretes.

Tropas desciam carregadas de erva-mate, fumo, carne seca, couros, cereais e outros mantimentos. Na subida eram transportados produtos como açúcar, sal, ferragens, tecidos e álcool.

O trajeto atual vai do vilarejo de Borda do Campo, em Quatro Barras, até Porto de Cima, em Morretes. São cerca de 16 KM no meio da Serra do Mar, em trechos de riachos limpos e cachoeiras, árvores e arbustos de todos os tamanhos e formas, flores raras como bromélias e orquídeas, alem das borboletas, pássaros e aves que vivem na mata.
A caminhada leva entre 8 horas a 10 horas, a partir da Borda do Campo, no município de Quatro Barras, e cruza 3 unidades de conservação: Área Especial de Interesse Turístico do Marumbi e os Parques Estaduais Pico do Marumbi e Serra da Baitaca.

Além da exuberante floresta, os principais atrativos encontrados ao longo do Caminho são a Casa do Ipiranga, a Roda D'Água e o Santuário do Cadeado.

A trilha começa no ponto final fim da linha do ônibus Borda do Campo, em Quatro Barras. O tempo do trajeto varia de acordo com o preparo físico do visitante. Para maior segurança, o ideal é seguir em grupo.

Como chegar
- A partir de Borda do Campo (Quatro Barras)
• Ônibus: No terminal Guadalupe, em Curitiba, pegue o ônibus para Quatro Barras e dali, para Borda do Campo. A trilha começa próximo ao ponto final.
• Carro: Siga para Quatro Barras pela BR 116 e dali, para Borda do Campo. De Curitiba ao início do caminho, são aproximadamente 40KM.

- A partir de Prainhas (Morretes)
• Ônibus: Na rodoferroviária de Curitiba, pegue um ônibus para Morretes, via Estrada Da Graciosa, e desembarque em Porto de Cima, próximo a estrada da Estrada de Prainhas, que começa ao lado da Ponte de Ferro. O percurso é de aproximadamente duas horas até o início do caminho. 
• Carro: Vá pela BR 116 e desça a Serra do Mar pela Estrada da Graciosa. Em Porto de Cima, pegue a estrada de Prainhas, que começa ao lado da Ponte de Ferro e siga até onde for permitido o estacionamento.
Informações uteis


• Avalie seu condicionamento físico antes de iniciar a caminhada. Consulte as distâncias e os graus de dificuldade na tabela do mapa, clicando aqui
• Evite passeios em dias nublados e chuvosos, quando a maior parte da paisagem da serra fica encoberta e o caminho ainda mais escorregadio.
• Escolhas as primeiras horas da manhã para iniciar seu passeio.              
• Cadastre-se nos postos de atendimento aos visitantes existentes nas estradas do caminho. 
• Se julgar necessário, procure os serviços de um condutor local habilitado. 
• Não caminhe sozinho. Prefira grupos. 
• Siga sempre pelo caminho indicado, não pegue atalhos. 
• Leve lanterna, pilha reserva, agasalho, estojo de primeiros socorros, repelente, protetor solar, água e alimentos leves.
• Use roupas leves, sapatos confortáveis, resistentes, com sola aderente e SEM SALTO. 
• Tome banho somente em locais seguros para evitar acidentes. Guarde distância das cachoeiras, poços profundos e trechos de correnteza forte. 
• Não caminhe pelo trilho do trem, isto é PROIBIDO e PERIGOSO. Para apreciar a ferroviária, VÁ DE TREM. <
• TRAGA O LIXO DE VOLTA.

     

Floresta Estadual do Palmito

A Floresta Estadual do Palmito é uma Unidade de Conservação de Uso Sustentável composta por 530 hectares de vegetação nativa, criada a partir do Decreto Estadual nº 4.493 de 17 de junho de 1998. Sua criação teve como objetivo promover ações que visam garantir a conservação de uma pequena parcela do ambiente Floresta Atlântica através da inserção da atividade silvicultura do Palmito-juçara (Euterpe edulis) e pupunha (Bactris gasipaes) visando, com isso, diminuir a exploração ilegal e predatória do Palmito nativo que ocorre na região e garantir a sustentabilidade local desta espécie.

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO:
O atendimento é feito somente para grupos organizados com visitas pré-agendadas, de terça-feira a sábado das 08:00 as 17:00 horas.

AGENDAMENTO:
As visitas podem ser agendadas pelo telefone (41) 3424 -5016.

CADASTRO:
Ao chegarem ao Parque, os visitantes são recepcionados no centro de visitantes, onde preenchem um cadastro que lhes permite a entrada na unidade de conservação. Este documento é de extrema importância para a segurança dos mesmos. Ao retornarem das atividades, os visitantes devem avisar à administração do Parque.

LOCALIZAÇÃO: A Floresta Estadual do Palmito localiza-se no Km 4,3 a margem da PR 407 (denominada de Estrada das Praias) no Município de Paranaguá, Litoral do Estado do Paraná.

ACESSOS: Para chegar à UC, os visitantes procedentes de Curitiba e Paranaguá, via BR 277, devem acessar a PR 407 (Estrada das Praias) e seguir em direção ao Balneário Praia de Leste. Para aqueles procedentes de Matinhos e Pontal do Paraná, via PR 412, devem acessar a PR 407 (Estrada das Praias) e seguir em direção ao Município de Paranaguá. Partindo de Curitiba ou de outras regiões do litoral do Paraná, pode-se acessar à UC pelas linhas rodoviárias operacionalizadas pela empresa Viação Graciosa.
Por via aérea o acesso se dá até Curitiba por vôos regulares, e posteriormente por via terrestre. A partir da cidade de Curitiba é possível fazer conexão para todas as cidades atendidas pelo transporte aéreo no Brasil, bem como para destinos internacionais.

Por ferrovia, com a empresa Serra Verde Express (ferrovia Curitiba-Paranaguá), a partir de Curitiba por cerca de 100 km até Paranaguá e, então, pela rodovia federal BR-277 e estadual PR-407, conforme já descrito.


 

Parque Estadual Pico Marumbi abriga a história do montanhismo no Paraná

Localização: Morretes, Piraquara e Quatro Barras

Criado em 1990 o parque conta com quase 9 mil hectares de Floresta Atlântica, na Serra do Mar Paranaense. Ali está o conjunto Marumbi, que tem Olimpo seu ponto mais alto.
O conjunto Marumbi é formado pelas montanhas Olimpo (1.547 metros), Boa Vista (1.491 metros), Gigante (1.487 metros), Ponta do Tigre (1.400 metros), Esfinge (1.378 metros), Torre dos Sinos (1.280 metros), Abrolhos (1.200 metros), Facãozinho (1.100 metros) e Morro Rochedinho (625 metros).

Tudo começou em 21 de agosto de 1879, Joaquim Olímpio de Miranda, acompanhado de Bento Manoel de Leão, Antonio Silva e Antônio Messias, atingiu o ponto mais alto do Marumbi pela primeira vez. O fato é considerado a “inauguração” do montanhismo no Paraná.

Até a década de 1940, o Olimpo foi considerado o ponto mais alto do Estado do Paraná. Hoje, esse título pertence ao Pico Paraná.

Atrativos: a beleza natural faz do Marumbi um dos principais atrativos turísticos do Estado. Ideal para prática de esportes de aventura como o montanhismo técnico e caminhadas.

O Reservatório do Carvalho, além de ficar dentro de uma paisagem exuberante como a Serra do Mar, tem enorme valor histórico. Foi inaugurado em 1908, foi a primeira obra de captação de água para abastecer Curitiba e responsável por distribuir água para toda a capital paranaense até a década de 1940.

O Parque ainda possui um Centro de Visitantes com Museu, camping e a abriga a sede do COSMO (Corpo de Socorro em Montanha), além do Reservatório do Carvalho, ponto histórico da região e para a capital paranaense.

Como chegar: localizado na serra do mar paranaense, a cerca de 60 quilômetros de Curitiba, o principal acesso ao parque é pela ferrovia Paranaguá-Curitiba.

Ônibus: De Curitiba sentido Morretes, pela Estrada da Graciosa, descer na Vila de Porto de Cima. Depois seguir pela estrada da Prainha até a Estação Marumbi, entrada do parque.
A pé: Para quem gosta de aventura, é possível ir ao parque através do Caminho do Itupava (link). A caminhada tem início no município de Quatro Barras e tem aproximadamente 22 KM. São de 8 a 10 horas de caminhada em meio à Serra do Mar.
Trem: Saindo da estação Rodoferroviária de Curitiba, com o trem para Paranaguá, descer na Estação Marumbi.

Biodiversidade
Flora: guaraperê ou guaperê, ipê-amarelo ou ipê-da-serra, o carvalho, a caroba, o cuvatã, o miguel-pintado e a carne-de-vaca. Entre as orquídeas destacam-se exemplares vermelhos de Sophronitis coccínea entre e outras.
Fauna: quatis, iraras, ouriços, cuícas,tatus; macacos, como o bugio e macaco-prego; felinos, como onça-pintada, suçuarana, jaguatirica, gato-do-mato e gato-mourisco. Abriga também diversas espécies de aves como gaviões, jandaias, juritis, saíras, pica-paus, macucos, jacus e tucanos.

Serviço
O parque estadual Pico do Marumbi fica aberto de quarta-feira a segunda-feira e feriados, das 8h30 às 18h.
Contato: pemarumbi@iap.pr.gov.br
 

Parque Estadual Rio da Onça, um orquidário a céu aberto

Entre os balneários Riviera e Praia Grande, em Matinhos, fica uma pequena joia do Litoral paranaense. O Parque Estadual Rio da Onça, um local repleto de bromélias, orquídeas de rara beleza e outras espécies da vegetação típica da planície litorânea do estado que atraem aves, pássaros e outros diversos animais silvestres.

Para conhecer o parque de 118 hectares (118 campos de futebol), o visitante precisa percorrer cinco trilhas, num circuito de 1,5 quilômetro, sem voltar pelos mesmos lugares. Todas as trilhas são bem demarcas, acessíveis e planas, atributos que fazem do parque um local apropriada para qualquer perfil de visitante.

Logo em frente ao Centro de Visitante começa a Trilha Grande. Todo o caminho conta com sinalização que facilitam o passeio. Em alguns trechos, pontes suspensas facilitam a travessia de trechos alagados, uma das principais características do parque.

Quase na metade do caminho, o visitante chega ao Mirante das Bromélias. Ponto de descanso e observação deste tipo de planta nativa que é muito comum no parque. No entanto, com o mirante o olhar do visitante fica perto da copa das árvores, onde as bromélias estão alojadas.

A fauna do parque também é bastante diversificada como cachorros-do-mato, lagartos, pequenos roedores, tatus, gatos-do-mato. O parque é uma ótima opção para observadores de aves e de pássaros.

SERVIÇO:
Localização: 600 metros da praia. Acesso pela PR 412, Balneário Riviera II.
Horário de funcionamento: terça-feira a domingo, inclusive feriados das 8h as 11h30 e das 13h30 às 17h.
Contato: (41) 3453-2472

 

Parque Nacional de Saint-Hilaire/Lange (Guaratuba e Matinhos)

Região: Sul - Estado: Paraná
Município: Matinhos, Guaratuba, Morretes e Paranaguá
Bioma: Floresta Atlântica

O parque tem aproximadamente 24.500 ha e protege a Floresta Atlântica, um dos ecossistemas de maior risco ambiental no planeta, e abrange as áreas situadas acima da cota de 20 metros nos morros do entorno do balneário de Matinhos e da Baía de Guaratuba, incluindo regiões significativas como o Morro do Cabaraquara e a Serra da Prata.
Futuramente serão criadas unidades auxiliares de conservação, como uma reserva extrativista, para proteger os mangues e entorno do parque, sem prejudicar seu uso racional, além de um programa de visitação pública viabilizando o ecoturismo atração com visitação controlada.

As áreas já urbanizadas, em uso agrícola e as estruturas sociais como captação de água e eventuais estradas já existentes poderão continuar a existir.
O parque Saint-Hilaire/Lange visa proteger o ecossistema, gerar equilíbrio aos balneários e cidades do entorno, com a completa proteção das nascentes de água e impedir a ocupação desordenada que já se iniciava, com a invasão dos morros, especialmente próximo a Matinhos.

É o segundo parque nacional criado no país nos últimos 10 anos, e o quarto Parque Nacional do Paraná. Seu nome é uma homenagem ao naturista francês pesquisador Saint-Hilaire, que esteve na região em expedições botânicas há mais de um século sendo o primeiro cientista a descrever a região, e cruzar a remo a baía de Guaratuba no século XIX, e do ambientalista Roberto Ribas Lange que faleceu prematuramente no início da década de 90 em trabalhos ambientais no Rio Iguaçu, e foi um dos precursores da luta ambiental no estado e no Litoral.

Com o sistema criado em conjunto entre o Parque nacional de Superagui e o Parque Nacional Saint-Hilaire/Lange, o Paraná possui a mais completa rede de proteção de seu litoral e dos remanescentes de Floresta Atlântica, que somada a outras unidades como APAS e Estações Ecológicas estão permitindo a conservação e uso desta região.
Precisa, todavia, de investimentos para a completa implantação, fiscalização e controle das unidades existentes.
 

 

Parque Nacional Marinho Ilha dos Currais

Localização: Pontal do Paraná

O primeiro parque marinho do Paraná e o terceiro do país, fica em frente à Praia de Leste. Formado por três ilhas localizadas entre as baías de Guaratuba e Paranaguá, a 6,2 milhas da costa, a área abriga mais de 8 mil aves. A área agora é gerida pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). O local é um dos poucos pontos de mergulho do Paraná e um berçário de aves. Não é permitido o desembarque.


 

Parque Natural Municipal do Rio Perequê

Com 16,2 hectares ao longo do Rio Perequê, o parque preserva uma área de ecossistemas dos manguezais, habitat de pássaros, caranguejos e ostras. O local oferece trabalhos de educação ambiental à comunidade e aos visitantes. Possuí uma trilha denominada “micuim” (trilha do caranguejo), suspensa sobre o mangue.
Para visitação deve-se entrar em contato com a Secretaria de Desenvolvimento e Meio Ambiente de Pontal do Paraná através dos telefones: 41 – 3972 3102/ 41 – 3972 7051.
End. Avenida Miramar, s/n – Jardim Marinês, Balneário Pontal do Sul.


 

Parque Estadual do Pau Oco

Localização: Morretes

Protege remanescentes da Floresta Atlântica, Cachoeiras como o Salto da Fortuna com 40 metros de queda, que forma em sua base uma grande piscina natural, o Caminho Colonial do Arraial, antiga ligação entre o Litoral de Curitiba (aberto entre os anos de 1586 e 1590) e uma antiga capela utilizada pelos faiscadores da época para pedir proteção nas expedições em meio a Serra do Mar.

 

 

Outros Atrativos

Aquário Marinho de Paranaguá

O Aquário de Paranaguá expõe aos seus visitantes aproximadamente 200 espécies, divididas em 23 tanques de água doce e salgada. Os visitantes poderão ver de perto pinguins, raias, tubarões, recifes de coral, manguezal e outras representações aquáticas.
Além disso, existem dois tanques de toque, nos quais serão possíveis ter experiências sensoriais com animais invertebrados e raias.

Horário de funcionamento:
10:00 - 18:00 de Segunda a Sexta
10:00 - 19:00 aos Sábados e Domingos

Ingressos

Criança (até 4 anos) - LIVRE
Criança (de 5 a 14 anos) - R$ 15,00
Adulto - R$ 20,00
Idoso (acima de 60 anos) - R$ 10,00
Estudante (apresentar carteirinha atualizada) - R$ 10,00
Professor (apresentar comprovante) - R$ 10,00
Doador de Sangue (apresentar carteirinha, máx 03 meses) - R$ 10,00

Atenção! Moradores de Paranaguá possuem 50% de desconto não-cumulativo mediante apresentação de IPTU ou conta de água e luz etc, nominal e paga em dia. É obrigatório apresentação de documento com foto

Endereço:
R. João Régis s/n, Centro, Paranaguá-PR
83203-100
(Em frente à rodoviária)
Telefone
(41)3425-8063

 

Salto Parati

Localização: Guaratuba

Fica dentro no Parque Nacional Saint-Hilaire e suas águas vêm do rio Parati e formam piscinas naturais. Abundante em flora e fauna possui mata nativa aberta e fechada. Pode se apreciar a baía, os botos e a Ilha Joaquim Jorge de frente para o síitio de mesmo nome.

Acesso: Somente por barco, com trajeto de aproximadamente 40 minutos até o Porto Parati e a partir daí, mais uma caminhada de 40 minutos. No trajeto, de cerca de 30 minutos pode se observar o manguezal, garças, biguás e outras aves aquáticas, pescadores artesanais e áreas de cultivo de ostras, além das montanhas que compõem o Parque Nacional de Saint-Hilaire/Lange.

Dica: Sua visita ficará ainda mais rica conversando com os moradores da comunidade, que vivem principalmente da pesca artesanal e da agricultura de subsistência.

Informações
Secretaria Municipal de Turismo Tel (41) 3472-8654 / 3472-8655.
Sede do Parque Nacional Saint-Hilaire Tel (41) 3452-6340
e-mail: parnashl.pr@icmbio.gov.br
 

Morro do Escalvado

Localização: Matinhos

Também conhecido como Morro da Cruz, tem 262 metros de altura, com abundante vegetação nativa e trilhas que levam ao cume de onde se tem uma vista panorâmica de todas as praias da região. Fica perto do Centro da cidade, mas a trilha de acesso está inserida no Parque Nacional de Saint-Hilaire/Lange. A trilha é íngreme pode ser cansativa para quem não dispõe de preparo. Recomenda-se cuidado.

Informações com a Secretaria Municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico. Tel. (41) 3971-6016.
 

Salto dos Macacos / Salto Redondo

Localização: Morretes

O Rio dos Macacos cai de uma altura de 70 metros sobre uma laje de granito, formando uma piscina natural. Em seguida, como um degrau, forma outro salto, o Redondo, com aproximadamente 40 metros de queda livre e 20 metros de largura, proporcionando um espetáculo, que pode ser avistado ao longe, durante a viagem de trem ou litorina.

São dois caminhos de acesso: Por ferrovia, desembarcando na Estação do Marumbi, ou via Porto de Cima, pela Estrada de Prainhas. A trilha de acesso começa na estrada das Prainhas, pouco adiante do Centro de Visitantes, atravessa o rio Ipiranga e dura cerca de 1:30 hora de caminhada cruzando o rio dos Macacos. Os últimos 30 minutos são de subida íngreme.
 

Prainhas

Localização: Morretes

Um trecho do antigo Caminho do Itupava, que liga Porto de Cima à Estação de Engenheiro Lange. Corre paralelo ao rio Ipiranga, que deságua no Nhundiaquara. Este trecho do rio é o mais procurado por quem deseja descer o rio de bóia.

O percurso de 3 quilômetros começa na Prainhas, perto da ponte pênsil e termina 2 horas depois, debaixo da ponte de ferro, em Porto de Cima, onde empresas alugam os equipamentos. Também existem vans para transporte dos banhistas até o ponto de largada.
 

Rio Nhundiaquara

Localização: Morretes

Primeira via natural de ligação entre o litoral e o planalto, sendo navegado pelos descobridores já em 1560. Permite a prática de esportes como canoagem, boiacross e pescarias. Entre as atrações destacam-se a Ponte Velha, sobre o rio no centro da cidade, considerada uma obra de arte com portais rebuscados, inaugurada em 1912 e recuperada em 1975, por ser uma importante via de comunicação da cidade e por sua importância histórica e turística no contexto de Morretes.
 

Estrada Ecológica do Guaraguaçu

Localização: Pontal do Paraná

A estrada tem aproximadamente 26 km e segue até o balneário de Pontal do Sul, margeando o rio Guaraguaçu. Seu traçado foi feito como ligação por terra entre o povoado de Pontal do Sul a Paranaguá. É uma obra de meados da década de 1950. Na pavimentação foram usadas conchas encontradas nos sambaquis, que podem ser observadas em todo o percurso. Atualmente a estrada é usada como caminho para propriedades particulares, acesso a locais de pesca e práticas de ecoturismo. Nela encontra-se o Sítio Arqueológico “Sambaqui do Guaraguaçu”, tombado pela coordenadoria do Patrimônio Natural, da Secretaria de Estado da Cultura, juntamente com o Forno de Caieira. No trecho também se encontra a aldeia Indígena Guarani M’Bya, que fabrica e comercializa artesanato no local.

Para visitação contatar o Departamento de Turismo. Tel (41) 3975-3102
 

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